O nosso projecto divide-se em duas grandes temáticas; as ondas rádio e a energia solar. Com a primeira, pretendemos aprofundar os nossos conhecimentos acerca das telecomunicações do mundo actual que dão uso às ondas rádio. Com a segunda, é nossa intenção a divulgação e sensibilização da comunidade escolar para a importancia das energias renováveis no futuro do Homem, com especial destaque da energia solar.

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

DIA NACIONAL DA ENERGIA

No dia 29 de Maio comemora-se o Dia Nacional da Energia. As alterações climática que se têm vindo a fazer sentir no nosso planeta nos últimos anos e a forte dependência dos combustíveis fósseis, como o carvão, o petróleo, gás natural, fazem com que a energia constitua uma enorme preocupação ambiental nos nossos dias.

A subida da temperatura média da Terra, desde o início da Revolução Industrial (século XIX) , a subida do nível médio do mar, a diminuição da cobertura de neve no Árctico, etc. são alguns exemplos do que se está a passar com o nosso planeta.

Infelizmente, todos nós contribuímos para o que se está a passar com a Terra. Como? Com a energia que consumimos nas nossas casas, com as nossas opções de transporte em férias ou no dia-a-dia, com os resíduos que produzimos todos os dias.
Mas também podemos dar a volta ao problema; podemos diminuir, e até impedir, estas e outras consequências provenientes das alterações climáticas, é preciso que as pessoas utilizem, cada vez mais, as energias renováveis, que geram energia sem produzir gases poluentes para a atmosfera!

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Curiosidades: Energia Solar- Começo


Um dos primeiros cientistas a descobrir que os raios solares podiam produzir electricidade chamava-se Antoine-César Becquerel, que inventou uma coisa chamada pilha foto voltaica. Ele deixou um fio de metal mergulhado em um líquido. Quando a luz do Sol bateu no líquido e no fio, ele observou que o fio ficava carregado de energia. Era electricidade acontecendo em um copo de água!

Isso foi em 1839. A pilha foto voltaica ficou meio esquecido até que, 50 anos depois, um outro cientista chamado Charles Fritts tentou construir uma "célula solar". Ele pegou uma lâmina feita com um elemento químico chamado selénio e misturou com um pouco de ouro. Não funcionou muito bem, mas Charles estava no caminho certo. Sua invenção era o começo de tudo.

O grande problema era como controlar a electricidade produzida e dar uma organizada na agitação dos electrões. Afinal, os electrões, junto com os protões e neutrões - todos partículas incrivelmente pequenas - estão no começo de tudo: eles é que formam os átomos, que por sua vez são a unidade básica da matéria, quer dizer, unidade básica dos elementos químicos que formam tudo que existe. São as combinações dos átomos que formam as substâncias, como a água, a terra, os tecidos, o vidro, a madeira, o sabão, o macarrão, o chocolate, a pastilha e tudo o mais.

Portanto, para desenvolver a utilização da energia solar, era preciso começar do começo: "domar" os electrões. Isso aconteceu quando um americano chamado Russel Ohl trocou o selénio (usado na pioneira célula solar de Fritts) por silício, o mesmo material dos chips dos computadores. Em 1941, Russel conseguiu produzir uma célula solar que valia a pena ser usada: o silício não esquentava tanto e concentrava mais energia.

As placas solares à base de silício são o principal meio para a captação dessa energia. A invenção de Russel hoje move até satélites!


PLACAS SOLARES

As células foram sendo aperfeiçoadas desde que Russel as inventou, mas hoje elas são mais ou menos iguais às dele.
Nas grandes fábricas solares existem placas enormes que têm muitas dessas células. As placas parecem grandes espelhos que absorvem os raios e são movimentadas como girassóis, acompanhando a trajectória do Sol.Quando a luz solar bate nas placas, os electrões do silício saem em disparada e são levados para os fios de electricidade.




Essa energia pode ser levada até as casas e outros lugares. Além da energia eléctrica, o Sol gera também energia térmica, ou seja, ele produz calor. Quando queremos gerar calor, usamos um equipamento diferente das placas solares, chamado colector solar, que é utilizado principalmente para aquecer água.


sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Links

Alguns links com informações interessantes sobre o nosso tema.

Ondas Rádio:

-O que são.

-História.

-Aplicações.

Energia Solar:

-Em Portugal.

-Futuro.

-O que é um painel solar.

-Funcionamento de um painel solar.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Ondas Rádio



As ondas de rádio, também designadas por ondas de radiofrequência, consistem em ondas electromagnéticas com um grande comprimento de onda e baixa frequência.

Na parte do espectro de radiofrequência encontram-se incluídas: as microondas usadas quer em telecomunicações quer para cozinhar; as ondas de ultra-alta frequência (UHF) e as de alta frequência (VHF) usadas na televisão e nas comunicações de rádio FM (modulação de frequência) e as ondas curtas, médias e longas usadas nas comunicações de rádio AM (modulação de amplitude).

Para transmitirem informação, as ondas de rádio têm de ser moduladas e são recebidas por um receptor de rádio. Este tipo de ondas é gerado por electrões em oscilação nos fios metálicos ou válvulas de transmissão, o que acontece por exemplo nas antenas que emitem as ondas no ar.
Por outro lado, as estrelas emitem ondas de rádio que podem ser detectadas e estudadas através de radiotelescópios.

As ondas celestes são reflectidas pela ionosfera e permitem que sejam feitas transmissões a longa distância. A ionização dos átomos e moléculas na ionosfera é provocada em larga escala pela radiação ultravioleta e raios X provenientes do Sol e, por isso, as condições diferem entre a noite e o dia. A ionização na região inferior da ionosfera diminui à noite com a falta da luz solar e os iões e electrões tendem a recombinar-se. Contudo, na região superior, menos densa, há menor número de colisões entre os iões e os electrões, e, por isso, à noite há menos recombinações. Deste modo, a região superior da ionosfera é mais eficaz à noite.

As ondas de UHF e VHF usadas em difusão de televisão penetram na ionosfera com pequena reflexão. No entanto, a difusão de televisão só pode ser realizada para muito longas distâncias por meio de satélites artificiais.

Energia Solar, Futuro


Portugal é um dos países da Europa com maior disponibilidade de radiação solar. Uma forma de dar ideia desse facto é em termos do número médio anual de horas de Sol, que varia entre 2.200 e 3.000 para Portugal e, por exemplo, para Alemanha varia entre 1.200 e 1.700 h.

Contudo, este recurso tem sido mal aproveitado para usos tipicamente energéticos. Basta verificar alguns dos números relativos à difusão dos colectores solares térmicos na Europa, não só na Orla Mediterrânea como em países como a Alemanha é a Áustria, para compreender que algo deveria ser feito em Portugal para a promoção da energia solar.


Assim sendo o cenário futuro para a energia solar mostra-se com algumas mudanças a médio prazo. O recente Programa E4 (Eficiência Energética e Energias Endógenas, Resolução do Concelho de Ministros n.º 157/2001 de 27 de Setembro), prevê uma série de acções e incentivos com vista ao desenvolvimento da energia solar.

Aqui podemos ver as vantagens e as desvantagens da utilização desta forma de energia:

Vantagens



  • A energia solar não polui durante seu uso. A poluição decorrente da fabricação dos equipamentos necessários para a construção dos painéis solares é totalmente controlável utilizando as formas de controles existentes atualmente.


  • As centrais necessitam de manutenção mínima.


  • Os painéis solares são a cada dia mais potentes ao mesmo tempo que seu custo vem decaindo. Isso torna cada vez mais a energia solar uma solução economicamente viável.


  • A energia solar é excelente em lugares remotos ou de difícil acesso, pois sua instalação em pequena escala não obriga a enormes investimentos em linhas de transmissão.


  • Em países tropicais, como o Brasil, a utilização da energia solar é viável em praticamente todo o território, e, em locais longe dos centros de produção energética, sua utilização ajuda a diminuir a demanda energética nestes e consequentemente a perda de energia que ocorreria na transmissão.

Desvantagens




  • Existe variação nas quantidades produzidas de acordo com a situação climatérica (chuvas, neve), além de que durante a noite não existe produção alguma, o que obriga a que existam meios de armazenamento da energia produzida durante o dia em locais onde os painéis solares não estejam ligados à rede de transmissão de energia.


  • Locais em latitudes médias e altas (Ex: Finlândia, Islândia, Nova Zelândia e Sul da Argentina e Chile) sofrem quedas bruscas de produção durante os meses de inverno devido à menor disponibilidade diária de energia solar. Locais com frequente cobertura de nuvens (Curitiba, Londres), tendem a ter variações diárias de produção de acordo com o grau de nebulosidade.


  • As formas de armazenamento da energia solar são pouco eficientes quando comparadas por exemplo aos combustíveis fósseis (carvão, petróleo e gás), a energia hidroelétrica (água) e a biomassa (bagaço da cana ou bagaço da laranja)